Infelizmente, essa ainda é a dura realidade. Não adianta querer tapar o sol com a peneira.
Economia travada e em recessão, quebradeira em massa, desemrego brutal, falta de dinheiro, falta de perspectiva, inflação e juros altíssimos, aumento semanal e quase diário dos preços de todas as coisas nos supermercados, devalorização da moeda, dos salários, empobrecimento da população, contrastando com mais de R$ 1 trilhão em impostos arrecadados até julho de 2016 e com a marajíce sem fim do império de Brasília.
Na real, para além dos dados manipulados pelo desgoverno de colaização da máfia PT-PMDB-PSDB e todos os demais partidos, estima-se que mais de 20 milhões de pessoas estejam desempregadas, a maioria já há mais de 01 ano.
É alarmente, assutador. Onde tudo isso vai parar?
O Estadão, por exemplo, diz que mais de 2,5 milhões de pessoas perderam o emprego registrado em menos de um ano.
***No trimestre até outubro de 2015, um total de 2,5 milhões de pessoas passaram a buscar uma vaga, alta de 38,3% em relação a igual período de 2014.
O avanço é o maior já verificado na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Com esse movimento, o Brasil tinha, no trimestre até outubro do ano passado, 9,1 milhões de desempregados. Já a taxa de desocupação subiu para 9% no período, também o maior resultado da série e o décimo aumento seguido do indicador - que completa quase um ano de rápida deterioração.
A intensa redução no número de trabalhadores com carteira assinada é um dos fatores por trás da alta na procura por emprego, explicou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. No trimestre até outubro de 2015, 1,2 milhão de pessoas perderam o emprego formal em relação a igual período do ano anterior, segundo a Pnad Contínua.
"O emprego com carteira tem FGTS, plano de saúde, uma série de garantias. Há a própria garantia do emprego. Mas os brasileiros têm tido a estabilidade afetada, um rendimento menor.
Diante disso, outros membros da família (antes inativos) acabam saindo para buscar emprego", explicou Azeredo. "O maior contingente de desocupados é esperado para janeiro. Esse resultado quebra a sazonalidade da série", completou o coordenador. ***(Com Estadão/Conteúdo) (Com foto de Dário Oliveira/Estadão)